A Cidade

Em meados do século XIX, o atual território do município de Catolândia foi colonizado por viajantes, que através do rio Grande faziam intercâmbio comercial entre localidades ribeirinhas do rio São Francisco e municípios do norte de Minas Gerais. A mangabeira, de cujo tronco se extrai o látex, existente em quantidade na região e a criação de gado, originaram as primeiras atividades econômicas e consequentemente estabelecimentos agropecuários, num dos quais se formou povoado de Santana, pertencente ao município de Barreiras, que em 1892 foi elevado à categoria de sede distrital. Por Decreto estadual de 1938, teve o nome mudado para Catão e em 1962, a mesma lei que criou o município com território desmembrado do de Barreiras, modificou o topônimo para Catolândia, que construiu uma variação do nome Catão. Sua população estimada em 2010, de acordo com o IBGE no levantamento realizado no censo 2010 era de 2600 habitantes. É também o menor município em população da Bahia. Lugar pequeno, mas de povo acolhedor.
Localizado na região Oeste do Estado da Bahia, a 888 Km de Salvador e 25 km de Barreiras, o município de Catolândia possui, segundo dados da Superintendência Estadual de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia, no ano de 2005, uma população estimada de 2.978 habitantes, espalhados em 659,72km². O Produto Interno Bruto Municipal – cálculo que resulta da soma dos bens e serviços finais produzidos no município, mais juros e impostos - é o menor de toda a região Oeste. No ano de 2004, ficou em apenas R$ 10,42 milhões, muito pouco se comparado aos vizinhos São Desidério (R$ 571,12 milhões) e Luís Eduardo Magalhães (R$ 1.106,99 milhão).
Ao contrário dos principais municípios da região – caracterizados pela produção agropecuária de grande porte, fundamentada no plantio de cereais e na criação de rebanhos em grandes extensões de terra –, a economia de Catolândia se baseia na atividade agropecuária de subsistência, concentrada em minifúndios e geralmente familiar, centrada nas culturas de mandioca, banana, milho, cana-de-açúcar, hortaliças e na criação de bovinos. Verifica-se a produção, em pequena escala e em condições precárias, de aguardente, rapadura, farinha de mandioca e leite. .
A região era primitivamente habitada pelos índios acróas. Em meados do século XIX, iniciou-se a colonização do território por viajantes que, através do rio Grande, faziam intercâmbio comercial com localidades ribeirinhas do rio São Francisco e município do norte de Minas Gerais. Surgiram as primeiras atividades econômicas, com extração do látex da árvore mangabeira e a criação de gado. Num dos estabelecimentos agropecuários, formou-se o povoado “Santana”, pertencente ao município de Barreiras. Criando-se o distrito, conservou-se a denominação, alterada porém para Catão, pelo decreto estadual nº 11.089, de 30 de novembro de 1938. Em 1962, modificou-se o topônimo para Catolândia que constitui uma variação do nome Catão.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, figura no município de Barreira o distrito de Santana. Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937. Pelo decreto-lei estadual 11089, de 30-11-1938, o distrito de Santana tomou a denominação de Catão. Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o distrito de Catão (ex-Santana), figura no município de Barreiras. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960. Elevado à categoria de município com a denominação de Catolândia, pela lei estadual nº 1758, de 27-07-1962, desmembrado de Barreira. Sede no atual distrito de Catolândia (ex-Catão). Constituído do distrito sede. Instalado em 07-04-1963. Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
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